e é assim que se fazem as conversas. de palavras.
e nesse momento, no das conversas, não importa o que se sente cá dentro porque o que se vê são as palavras que se perdem no ar e nos olhares.
e nesse momento, no das conversas, não importa o que se sente cá dentro porque o que se vê são as palavras que se perdem no ar e nos olhares.
é aqui que apelo ao silêncio físico. sabes, pode-se sentir o que está aí dentro se houver empatia suficiente. e até a maior barbaridade dita, saberás que é a maior barbaridade dita. saberás tudo. às vezes, medimos tão mal as palavras alheias porque não conhecemos os seus critérios, e os olhares podem ser muitas vezes confundidos pelo nosso próprio olhar. é aqui que temos de agradecer a nossa empatia. obrigado.
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