E derrepente, tudo o que fazemos, ou melhor, fizemos por alguem perde o sentido ou só nos apetece desfazer delas, dessas coisas que fizemos.
Porque nos fazem lembrar essas pessoas, que já foram especiais um dia. E essas coisas que fizemos nesses tempos fazem-nos lembrar que foi bom, e que temos saudades. Mas isso nem sempre é bom. Na maior parte da vezes não é e eu tenho pena. Porque eu tambem sinto falta. Sim, eu sinto. E o céu deixa de ser tão azul e as folhas deixam de sorrir tanto e o lápis de cor perde-a e os lápis a carvão escrevem cada vez mais e mais e mais. E eu sem os controlar De forma nenhuma e sem saber porquê. Porquê? Quero razões! Razões! Porque é que eu não consigo? Às vezes sinto necessidade de... Mas depois...
Ajuda-me natureza. Ajuda-me mãe. Ajuda-me mar. Ajuda-me céu azul. E ajuda-me céu cinzento tambem. Ajudem-me as folhas varridas e as folhas por varrer. Ajuda-me vento da terra, Vento do mar; vento de toda a parte, ajuda-me. Ajudem-me as folhas deste caderno. Ajudem-me vocês que estão a ler isto. Ajudem-me as palavras escritas nos braços e nos lápis e nos pensamentos e no mar. Ajudem-me, preciso de decifrar este mistério que trago dentro de mim. Preciso de me decifrar. E se tu quiseres ser de novo meu amor, não sejas.
28.05.2009..aula de desenho
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